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Dia de Jogo: Uma partida da NFL

21/2/2022

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Crédito: David Adamson - unsplash
Chegamos ao último texto do especial contando a experiência de assistir jogos das ligas norte-americanos ao vivo. Depois de contar como foi assistir ao hóquei no gelo e a NBA, chegamos ao futebol americano, com o jogo entre Jacksonville Jaguars e Indianapolis Colts da NFL.

Se eu já tinha ficado deslumbrado com tudo que aconteceu nos ginásios de Florida Panthers e Orlando Magic, a NFL conseguiu superar tudo. É como se tudo que é feito nos ginásios, acontecesse em escalas três vezes maior.

​Para começar o TIAA Bank Field tem capacidade para 67 mil pessoas, comparado com 20 mil do Anway Center e da FLA Live Arena. O estádio e os estacionamentos ocupam um espaço gigantesco e belíssimo ao lado de um rio, o tamanho do estádio também impressiona. Para chegar no último anel foram 6 lances de escadas rolantes. Havia um espaço com ações para os fãs antes do jogo, mas não encontrei com facilidade, quando localizei o lugar já estava próximo do início do jogo.
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Um dos vinte setores de estacionamentos oficiais do estádio (arquivo pessoal)
A NFL tem um grande diferencial das outras ligas, sua quantidade escassa de jogos. Cada time em média joga apenas 8 vezes em sua casa na temporada o que torna cada jogo único, a cidade parece parar no domingo para ir ao jogo. Ao passar pelos estacionamentos era fácil de notar uma infinidade de caminhonetes estacionadas com torcedores fazendo churrasco e bebendo cerveja, a chamada “tailgate party”.

Se nos jogos da NHL e NBA chegamos 1 horas antes das partidas começarem e parecia cedo, na NFL parecia tarde. Os estacionamentos abrem 4 horas antes do jogo começar para os torcedores se reunirem e fazerem o tradicional churrasco. O jogo começava às 13 horas e como certeza, muitas pessoas chegaram lá às 10 da manhã.

Dentro do estádio dá para sentir que o futebol americano é parte muito forte da cultura deles, mesmo em Jacksonville, que o time tinha a pior campanha da liga, o estádio tinha ótima presença de público. Além disso, existiam várias sessões dentro do estádio, incluindo uma área VIP em que era possível até assistir o jogo de dentro de uma piscina.
​Durante o hino houve o tradicional voo de aviões sobre o estádio e antes do jogo acabar toda a tripulação que estava nos aviões foi apresentada ao estádio para ser ovacionada. Dois telões gigantescos em cada lado do estádio chamava a torcida em momentos chaves do jogo e outros 4 telões menores ficavam mostrando placares e momentos de outras partidas da rodada.
​

Na televisão o jogo parece ter muitas paradas, no estádio você quase não percebe isso. O mascote interage muito com a plateia, chegando a se jogar de uma das torres de luz em uma espécie de bungee-jumping. Inúmeros sorteios são realizados durante a bola parada, as líderes de torcidas se apresentam, são realizadas jogo de perguntas no telão, são feitas ações no telão para movimentar o público (câmera do beijo, do abraço, da dança do robô, etc.).
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Telão gigante do estádio (arquivo pessoal)
Vários torcedores são convidados para fazerem alguma tarefa em troca de brindes e muitas sessões são premiadas com vale compras em restaurante, camisetas, brindes, etc. E ao término do jogo inúmeras lojas surgem abertas convidando o público a levar alguma lembrança para casa.
​

Após o jogo ainda recebemos um ingresso online de recordação no e-mail, uma ação que eu gostei bastante. Gostaria que fosse algo físico, mas com certeza por causa do Covid-19, a equipe teve que optar por esse formato.

​Na minha visão o futebol americano transcende o esporte nos Estados Unidos, me parece algo que faz parte da vida deles, e por isso foi a experiência esportiva mais impactante das três que tive na terra do Tio Sam.
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Excelente público, mesmo com a equipe em baixa (arquivo pessoal)
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Autor: Daniel Vila Hreczuck
Especialista em Gestão e Marketing do Esporte e Supervisor de Esportes de Raquetes no Clube Curitibano (mais sobre o autor)
Fonte: GestaoDesportiva.com.br
*As opiniões e informações publicadas nesse blog são de responsabilidade exclusiva do autor e não refletem necessariamente os valores do GestaoDesportiva.com.br
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Dia de Jogo: Uma partida da NBA

5/2/2022

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Crédito: Markus Spiske - unsplash
​Quinze dias atrás comecei o especial dividido em 3 partes falando da experiência de assistir ao vivo partidas das ligas americanas. O primeiro texto falou sobre um jogo de hóquei da NHL e hoje o texto é sobre a maior liga de basquete do mundo.
 
Se no hóquei eu tive a sorte de acompanhar o melhor time da liga na época (Florida Panthers) enfrentando uma das equipes do meio na tabela (Calgary Flames), na NBA foi um pouco diferente. O Orlando Magic, time da casa, tinha a pior campanha e recebeu o Philadelphia 76ers, que mesmo com grandes nomes como: Seth Curry, Joel Embid e o técnico Doc Rivers, não fazia uma grande temporada. Mesmo assim, o nível técnico do jogo é absurdo e a partida foi muito bem jogada, se mantendo equilibrada até o último quarto.
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Crédito: arquivo pessoal
A localização do Amway Center em Orlando me pareceu pior que a da Fla Live Arena em Fort Lauderdale. Por ser mais no centro da cidade foi difícil achar estacionamento e por isso optamos por utilizar a Geico Garage, um edifício Garagem que tem uma passarela que leva direto ao ginásio. Como os portões só abriram 1 hora antes do jogo e chegamos antes por não conhecer a região, acabamos tendo que esperar em uma fila que se alongava cada vez mais antes de atravessarmos a passarela para entrar.
 
O ginásio é uma estrutura a parte, com lojas do time, escadas rolantes para levar os torcedores aos pisos superiores e um mezanino aberto a todos os torcedores.
 
Essa parte tem um bar a céu aberto, parece ser um local exclusivo de tão glamoroso, mas é aberto a todos, tem um vídeo mostrando o local no meu Instagram. No dia a equipe do ginásio estava com uma ação bem legal nesse lugar, um vídeo 360 graus que você fazia o download para levar de recordação e também foi exibido no telão do ginásio em um dos intervalos. Uma ação simples, mas foi a recordação mais legal que eu levei do jogo.
​O jogo da NBA tem mais paradas que o jogo na NHL, mesmo assim em nenhum intervalo o ginásio fica parado. São ações promocionais, ações no telão, ações em quadra e o Amway Center tem até um palco, em que várias dessas ações ocorrem. A partida tinha uma pessoa responsável por todas essas ações, como um animador de torcida que além de realizar as ações também fazia propagandas dos produtos da equipe.
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Crédito: arquivo pessoal
O som é algo ininterrupto no jogo, se na NHL durante a partida não tem nenhuma música e você consegue escutar as pancadas e as tacadas, na NBA o áudio do ginásio e o DJ estão o tempo inteiro em ação. Seja para informar: quem fez a cesta, de quem é a bola, o que aconteceu no lance, quem fez a falta, para chamar a torcida para atrapalhar o lance livre do oponente ou para gritar “defesa” quando o time da casa está precisando recuperar a bola.

​Assim como na NHL, o telão do ginásio é algo surreal, a qualidade da imagem é absurda que às vezes sem perceber, você está assistindo o jogo no telão ao invés de olhar para quadra. O mascote do Magic, um dragão mágico chamado Stuff, também é uma atração. Ele passa o jogo inteiro interagindo com o público, às vezes, ele aparece em algum setor e comanda a arquibancada, pedindo palmas e cantorias e em outros momentos ele faz performances na quadra.
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Crédito: arquivo pessoal
​Como eu disse sobre a partida da NHL, se você estiver nos Estados Unidos, mesmo que não seja fã de esportes, marcar presença em uma partida da NBA é algo obrigatório. Vou comentar mais sobre isso no texto da NFL, mas os esportes são parte da cultura norte-americana e você só consegue perceber a grandiosidade disso quando está em um deles, sem falar é claro, que o evento em si é todo pensado para ser um espetáculo.
 
Ao longo da semana postarei mais algumas fotos e vídeos no meu Instagram, então se você quiser ver um pouco mais sobre a experiência da NBA, confira o @viladoesporte1.
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Autor: Daniel Vila Hreczuck
Especialista em Gestão e Marketing do Esporte e Supervisor de Esportes de Raquetes no Clube Curitibano (mais sobre o autor)
Fonte: GestaoDesportiva.com.br
*As opiniões e informações publicadas nesse blog são de responsabilidade exclusiva do autor e não refletem necessariamente os valores do GestaoDesportiva.com.br
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